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Prêmio Wedding Brasil de Fotografia

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Um dos destinos certos de quem quer ganhar dinheiro fotografando é a cobertura de casamentos. Por mais que todos digam que o mercado está saturado, sempre existe espaço para mais um, ainda mais se você está disposto a trabalhar com diferentes camadas sociais e oferecer diferentes faixas de preços. Mas, engana-se quem pensa que fotografar um casamento é fácil. Não é só ter uma câmera na mão, como já presenciamos por aqui. É necessário ter conhecimento fotográfico avançado, bom gosto, estilo próprio e, principalmente, conhecer e saber trabalhar com a luz. Antigamente a gente tinha que se virar para aprender as técnicas e linguagens da fotografia de casamento, mas hoje isso mudou. Temos a internet, dezenas de livros sobre o assunto no mercado editorial e temos o Wedding Brasil.

Para quem não conhece, o Wedding Brasil é o maior congresso fotográfico da América Latina voltado para a cobertura de casamentos e que esse ano vai acontecer entre os dias 03 e 05 de abril (workshops) e 06 e 08 de abril (congresso) no Memorial da America Latina em São Paulo. Essa é a chance de quem está começando, e de quem já está na estrada há muito tempo, conhecer as principais tendências e os grandes profissionais dessa vertente fotográfica. Entre os workshops vamos ter gente do calibre de Clício Barroso (Lightroom para Casamentos), Evandro Rocha (Casamento e seus Detalhes), Vinicius Matos (Marketing na Internet) e Raphael Fraga (Descobrindo o Flash TTL). Já o congresso teremos palestras com Danilo Vieira (prática ao vivo de Making Off), Renata Xavier e Leandro Lucas (prática ao vivo de Retratos), Raphael Fraga (prática ao vivo de Iluminação) e Claudio Feijó (Linguagem Fotográfica), entre outros grandes profissionais.


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Meio Bit no Flickr - Foto da Semana

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Opa, essa é para começar bem a semana. Ótimo enquadramento e com um belíssimo efeito de Bokeh. O melhor é que o efeito foi conseguido com uma compacta, uma Canon Powershot S90. Parabéns para a juliajjo pela bela captura.

Só lembrando que a Foto da Semana é escolhida entre as imagens postadas em nosso grupo no flickr. Já temos 732 participantes e um total de 8.685 itens compartilhados.

Estatístícas do grupo do flickr do Meio Bit:

Cinco maiores colaboradores

Foto da semana


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Leve seu café numa Canon 70-200 f/4.0L

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Fotografia e memorabilia não combinam muito. Até existem alguns brinquedinhos bacanas para se colocar na estante ou na mesa do escritório, mas são poucos os exemplos. Me lembro de uma caneca em forma de lente e de um calendário fixo, mas são apenas algumas exceções. Se você gosta de anime ou histórias em quadrinhos, vai ter muitas outras opções de trecos para colecionar.

Por isso que acho interessante divulgar quando alguém tem uma idéia bacana. Isso não vai mudar sua vida e nem melhorar a forma como você produz suas fotografias, mas temos que admitir que é muito divertido. O que temos aqui é uma garrafa térmica em forma de uma lente fotográfica. E não é qualquer lente. É a famosa Canon EF 70-200mm f/4,0 L, uma lente profissional que seria a alegria de muito fotógrafo que eu conheço.

Agora, a principal pergunta que fica no ar é quem eu tenho que matar para ter uma dessas?

 

canon ef 70200mm 

Fonte:  PDN Pulse (enviado pelo Flavio Freitas)


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Fotometria - dominando sua câmera

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Toda vez que vou ministrar um curso de fotografia, digo que existem três coisas a serem entendidas. A primeira é o assunto, ou seja, nosso objeto a ser fotografado. A segunda é as características da câmera fotográfica. E a terceira é o tipo de filme que estamos usando. Com a invasão das câmeras digitais, as duas últimas características se tornaram únicas, já que toda câmera também vem equipada com o sensor fotográfico. Analisando a câmera, quatro características são importantes para que você domine o seu equipamento (e não o contrário). A primeira é a distância focal, que já conversamos aqui nesse texto. As outras três (obturador, diafragma e velocidade ISO), envolvem o cálculo da quantidade certa de luz necessária para a realização de uma foto. Esse cálculo é chamado de fotometria.

O assunto, embora pareça simples, envolve alguns fatores que podem dar o nó na cabeça de alguns fotógrafos, até mesmo daqueles mais experientes. Mas, vamos tentar falar um pouco disso da maneira mais clara e simples possível. Vejam abaixo o que é necessário para entender as regulagens de sua câmera e aprender de uma vez por todas o que é essa tal de fotometria.

Fotômetro

É o aparelho responsável por medir a quantidade de luz existente no ambiente. Existem fotômetros externos usados na fotografia profissional, mas toda câmera fotográfica possui um fotômetro interno. Esse pequeno equipamento trabalha de forma a garantir a quantidade de luz necessária para a realização de sua foto. Quando a câmera está no modo automático, ela faz todas essas regulagens sozinhas, priorizando quase sempre a velocidade do obturador, evitando assim que a foto saia tremida. Quando a câmera está no manual, o fotógrafo decide qual fator priorizar, podendo mudar a quantidade de luz captada com a velocidade ISO, a abertura do diafragma ou a velocidade do obturador.

Obturador

É uma cortina que se abre e fecha na hora que acionamos o botão disparador da câmera. Essa cortina é responsável pela captação da imagem pelo sensor ou filme fotográfico. A velocidade do obturador é medida em frações de segundo. Quanto mais rápido é esse movimento do obturador, menor é a quantidade de luz que ele deixa incidir sobre o sensor. As principais características que podemos controlar com o obturador são o congelamento de movimentos ou a captação de fotos em situações de pouca iluminação (longa exposição). Obturadores mais rápidos podem chegar a 1/4000s (um segundo dividido por 4000) ou ficarem abertos por 30 segundos captando a iluminação do local, no caso de digitais, ou indefinidamente quando falamos de câmeras de filme.

Diafragma

Enquanto o obturador é uma cortina que se abre e fecha, o diafragma é uma íris que se encontra na lente das câmeras fotográficas. Muito parecido com a pupila do nosso olho, o diafragma se fecha quando temos situação com muita luz e se abre quando precisamos captar mais luz. Essa abertura é determinada por uma fração matemática que mostra que cada diafragma tem o dobro do tamanho de seu anterior. Representamos esses valores por números que chamamos de f/stops. Esses números possuem uma relação inversamente proporcional com a quantidade de luz que ele deixa passar. Assim, quanto menor o diafragma, maior a quantidade de luz que a lente deixa passar, e quanto maior o número do diafragma, menor será a quantidade de luz. Só lembrando que quanto maior o diafragma (f/1,8, por exemplo), menor será a profundidade de campo, causando o desfoque de tudo que estiver atrás e a frente do objeto fotografado.

abertura de diafragma

Velocidade ISO

O ISO (International Standards Organization, uma forma de padronização para essa característica) é o que determina a sensibilidade à luz do sensor ou do filme fotográfico. Em tempos antigos (na era do paleozóico fotográfico) tínhamos outros padrões de medição como a ASA e o DIN. De forma geral, quanto maior o ISO maior a sensibilidade à luz. No filme fotográfico isso é conseguido usando grãos de prata maiores dentro da película e que se queimam mais rápido com uma quantidade menor de luz. No sensor essa sensibilidade é conseguida usando mais energia, fazendo com que os foto receptores captem mais luz. Porém, tanto no filme quanto no sensor, quanto maior a sensibilidade pior será a qualidade de imagem. No sensor temos o ruído (pixels que se comportam de maneira errada por conta da maior quantidade de energia) e no filme temos a granulação por conta do grande grão de prata.

Como isso funciona?

Em primeiro lugar, uma fotometria equilibrada tem por objetivo conseguir a quantidade certa de luz para sensibilizar o seu sensor. Dependendo da situação que você vai fotografar, existe a possibilidade de trabalhar com essas três variáveis. Se for fotografar objetos em movimento, ou crianças brincando, a velocidade do obturador é uma prioridade. O controle de luz então tem que ser executado através do ISO e do diafragma. Em locais com pouca iluminação, a prioridade é o diafragma, onde a abertura tem que ser suficiente para garantir uma boa iluminação, mas também uma boa profundidade de campo. O interessante é sempre priorizar a qualidade da imagem, que em nosso caso pode ser afetada pela baixa velocidade do obturador (fotos tremidas) ou uma alta sensibilidade ISO, que pode gerar ruído. Na duvida, sempre comece com uma alta velocidade e um ISO baixo. Faça a fotometria e veja se é possível executar a foto. Em caso negativo, tente baixar a velocidade do obturafor até o limite em que você possa garantir uma foto estável. Somente ai é que vamos começar a trabalhar com maiores ISOs para melhorar a iluminação.

Claro que tudo isso são apenas direções e o fotômetro tem que ser interpretado e não obedecido à risca. Em fotos de teatro, por exemplo, o fotômetro sempre vai acusar falta de luz por conta da iluminação do local, mas o efeito desejado na foto pode ser esse mesmo. Tudo depende de nosso objetivo. Em um momento inicial, isso pode parecer um monte de regrinhas que você deve decorar para trabalhar bem com seu equipamento, mas com o tempo isso acaba se tornando uma atividade feita até inconscientemente.

Curiosidades.

- As lentes mais claras, com diafragma f/2,8 costumam ser as mais caras, justamente por permitir fotografias em ambientes mais escuros, utilizando ISOs mais baixos;

- As câmeras mais modernas (e conseqüentemente mais caras) estão melhorando muito a qualidade das imagens em ISOs mais altos. A Canon Eos 5D Mark II possuí uma qualidade ótima em ISO 3200.

- A pouca profundidade de campo pode ser usada de modo muito criativo, principalmente em retratos, dando uma qualidade especial no desfoque no fundo do objeto fotografado;

- Tanto a abertura de diafragma quanto a velocidade ISO são padrões iguais em todas as câmeras digitais ou analógicas. Um diafragma f/5,5 em uma lente 50mm deixa passar a mesma quantidade de luz do que em uma lente 500mm;

- Um obturador com velocidade elevada pode ajudar muito na nitidez de suas fotos. Mesmo em uma mão firme, o menor movimento durante a batida do obturador pode causar perda de nitidez por conta de uma pequena tremida na imagem.

 

Próximo texto – tipos de fotometria e compensação de exposição.


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Destrua você também a sua câmera

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Há muito tempo atrás, em uma terra muito, muito distante, a fotografia digital estava engatinhando. Nós fotógrafos não sabíamos se a coisa iria realmente emplacar e ninguém pensava que um dia iria se desfazer de seu equipamento analógico ou seu pequeno laboratório caseiro de revelação. Porém, a tecnologia foi avançando, os preços foram caindo e, mais ou menos, cinco anos atrás começamos a ter as primeiras câmeras realmente baratas e com qualidade de imagem.

Uma dessas câmeras era a pequena Nikon D50. Com 6 megapixels de resolução máxima, a câmera era o sonho de todo amador avançado que estava entrando no mundo da fotografia digital. Essa foi a primeira reflex digital que começou a chegar aqui nessas bandas e que tive o privilégio de ver na mão dos amigos que usam Nikon. Câmera leve, compacta, barata e com uma qualidade de imagem impressionante. Mas, para o mundo digital, cinco anos é muito tempo. É praticamente uma antiguidade e poucos comprariam uma dessas usada (embora existam muitas a venda nos classificados de fóruns de fotografia). Talvez, seja por isso que um fotógrafo de Houston decidiu dar fim a uma Nikon D50 usando nada menos que um maçarico.

Sinceramente, o vídeo abaixo foi um dos momentos mais angustiantes de minha vida. Mas, temos que dar crédito a incrível resistência da câmera que é feita em plástico industrial e não possui vedação e nem esqueleto de metal como as câmeras mais caras. Pelo menos confirmamos que o plástico da câmera não é mesmo inflamável. Se você tem nervos de aço tente ver o vídeo até o fim.


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Infelizmente esse lançamento me pegou em um dia de mal humor, pois geralmente acho graça nessa infinidade de acessórios que são lançados para câmeras fotográficas. Talvez seja uma conseqüência de minha total falta de apego a capacidade de filmagem das novas DSLR que estão no mercado no momento ou, talvez, esses acessórios sejam esquisitos mesmo. Mas, o caso aqui é o seguinte, a  FilmMakerAccessories está lançando diversos pequenos suportes para tornar bem mais fácil a vida de quem comprou uma DSLR ou câmera compacta para fazer filmes.

O SD Camera Brace é apenas um desses acessórios voltados para a filmagem, mas é o carro chefe da empresa para os amantes de um trabalho de qualidade (mesmo não gostando tenho que admitir que o brinquedo é interessante).  A empunhadura é confortável e fornece estabilidade para a câmera. Ainda é possível mover o equipamento em vários ângulos a partir da base e usar a criatividade para o posicionamento da câmera. Ao meu ver, a principal diferença em relação a outras empunhaduras com esse objetivo é o apoio do ombro que fornece a mesma estabilidade de uma câmera de vídeo profissional.

O equipamento é todo feito em alumínio e pode ser utilizado tanto com câmeras de vídeo amadoras quanto com câmeras fotográficas que tenham a função de gravação de vídeo. A empresa garante que ele é compatível com qualquer câmera que tenha um orifício para encaixe de tripé de tamanho básico (inclusive a Canon EOS 5D Mark II) e já está a venda pelo site da empresa ao preço de US$ 249,00.

SD camera brace

Fonte: Photography Blog




Design Wenetus